:: Fio de Ariadne ::

Palavras e mais palavras em busca do rumo certo
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:: quinta-feira, março 21, 2002 ::

Ó... Tô dizendo...
Acabei de entrar no YACCS e olha o que aconteceu:
"New User Signups are temporarily disabled"
:: 8:59 da tarde [+] ::
...
Bem, estou com sérios problemas com esse blog... Tão sérios que estou a ponto de desistir do mesmo...
Toda vez que entro aqui para colocar um sistema de coments, alterar alguma coisa ou até mesmo colocar um post, trava tudo!!!
Bem, mas como hoje fui imbuída de um súbito repente de paciência absoluta, tentarei novamente...
:: 8:53 da tarde [+] ::
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:: terça-feira, março 19, 2002 ::
SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA FEMININA:
Um ex namorado meu me disse que a frase "eu sou complicado" na verdade significa "eu sou covarde e
morro de medo de gostar de você mais do que vc de mim,e por isso vou ser mau com vc desde já
".
* Eu tenho o incrível dom de virar psicóloga dos meus ex-homens, o que é bem chato, pois eles se resolvem, ficam bem normaizinhos e seguem seus caminhos para bem longe de mim...
Bem, mas voltando ao bofe, ele mesmo me veio com esse papo (do "complicado") antes de ser meu namorado, até que eu mostrasse pra ele o quanto eu era maravilhosa, desejada, imprescindível e não ia ficar a vida toda disponível
(primeiro tive que convencer a mim mesma disso...) Enfim, o cara cedeu. Assim como ele, tantos outros... Muitos que me deixaram a ver navios e outros que tive paciência para conseguir dobrar (mesmo que depois tenha constatado que não valeu nem um pouco a pena...) Eu queria saber o porque deles sempre ficarem nessa posição assim tão cômoda de não correr riscos e a gente queimando navios e mandando tudo pro alto sem medir as conseqüências e esforços. Eu sei o que é lembrar durante todas as horas do dia do toque de um homem num cachinho de cabelo e o sangue ferver em cada vez que pensamos nisso. Ai, ai!!!
Aliás, nós temos a estúpida mania de ficar imaginando cenas, o que sujeito faria se entrasse agora pela porta bem na nossa frente, o que diria, qual seria a nossa reação. Parece que ficamos preparando o roteiro perfeito, e quando o sujeito chega e diz que "é um cara complicado" ou que "não teve nem tempo de lembrar que a gente existia" naquela semana, a gente acha que vai entrar em depressão até o fim dos nossos dias... Ainda bem que passa. E depois dizem que nós somos o "sexo frágil"... HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA PARA ELES!

:: 4:51 da tarde [+] ::
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Chego em casa e encontro o seguinte recado na secretária:
"Oi, aqui é a 'fulana', não sei se você se lembra de mim. Uma vez te procurei na última hora porque precisava de um semi-milagre, mas isso não vem ao caso agora. O que importa é que eu preciso falar urgeeeeeeente com você. Pelo amor de Deus, me ligue assim que você colocar os pés em casa. Vou deixar todos os meus telefones e continuo tentando te achar de dez em dez minutos"

Ai, ai, ai...
Não gosto disso... Quando eu tinha 14 anos, comprei na Flórida um brochinho estúpido que dizia "O difícil eu faço na hora. O impossível me dê só um tempinho e eu resolvo". Ai, como eu gostava do tal brochinho. O problema é que a moda pegou e as pessoas acostumaram a correr pra cá quando tudo já está perdido. Ai, preciso de sossegoooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
:: 4:30 da tarde [+] ::
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Ai, mas que maravilha...
A prefeitura resolveu arrumar todas as calçadas bem na semana que estou mais atarefada aqui, com trabalhos complicados e que exigem toda a minha atenção. Diga-se de passagem, eu não sou um ser humano com auto-controle tal que consiga desviar a atenção do insuportável barulho de uma britadeira bem embaixo da minha janela durante o dia todo, e ler tranquilamente uma dissertação recheada de termos técnicos de uma área que não é a minha...
Puxa, e eu que reclamava da inocente araponga do meu vizinho no interior. Ai, como era verde o meu vale...
:: 4:24 da tarde [+] ::
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:: segunda-feira, março 18, 2002 ::
Estou aqui ouvindo um CD que definitivamente deveria ser meu, de um homem que definitivamente deveria ser (completamente) meu.
:: 10:59 da tarde [+] ::
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:: domingo, março 17, 2002 ::
Descobri uma ótima terapia. E para quem acha que "terapias" são coisas para quem não tem o que fazer, eu digo que sou uma das pessoas que mais tem o que fazer dentre todas as que conheço (e algumas que não conheço), mas há momentos em que tudo trava, dá um nó, e é exatamente nesses momentos que precisamos dessas "magiquinhas desatadoras de nós" como a que descobri ontem à noite...
Estrelinhas de Origami! :-) Lucky Star

:: 1:10 da manhã [+] ::
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:: quarta-feira, março 13, 2002 ::
Estou agitada, não quero ouvir música alguma, não agüento mais falar ao telefone (isso alivia no exato momento em que estou falando, mas os resultados são desastrosos), não quero trabalhar, não agüento mais ficar aqui sozinha nesse quarto, não quero mais me sentir tão sozinha, detesto a sensação de vazio, de silêncio, de vácuo.

Preciso fincar meus pés no chão e parar de acreditar que posso tocar as estrelas, pois elas brilham e parecem convidar-me ao seu convívio, mas vida de estrela é algo complexo demais para abranger minha existência, para saber do que preciso... É cansativo ser espelho de narciso; a desatenção dói demais.

:: 11:41 da tarde [+] ::
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Está quente demais, e o pouco sono que tinha em decorrência do enorme cansaço acabou de se esvair de mim.
:: 11:37 da tarde [+] ::
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Acabo de chegar de lá, com aquele montão de estrelas e aquelas árvores que me deixam em paz.
Situação esdrúxula a de hoje. Estou completamente dolorida; não consigo mastigar coisas, não consigo deitar de costas porque me dói a pancada na cabeça, não consigo deitar de lado porque dói demais o pescoço, não consigo dormir porque está um calor absurdo e estou ansiosa. Já contei algumas vezes hoje como foi o tal acidente, mas se páro para pensar no mesmo, não consigo entender muito bem como tudo aconteceu. É bem assim mesmo.. Acidentes acontecem e as pessoas nunca sabem ao certo como, embora tenham certeza de que saber o que teria acontecido "se isso" ou "se aquilo"... Não quero pensar nisso. Não me interessam os se's da história; só quero saber do que restou, do que temos agora, além dessas dores chatas e dessa sensação de solidão peculiar de uma noite assim tão quente.
:: 9:28 da tarde [+] ::
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