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:: quarta-feira, março 13, 2002 ::

Estou agitada, não quero ouvir música alguma, não agüento mais falar ao telefone (isso alivia no exato momento em que estou falando, mas os resultados são desastrosos), não quero trabalhar, não agüento mais ficar aqui sozinha nesse quarto, não quero mais me sentir tão sozinha, detesto a sensação de vazio, de silêncio, de vácuo.

Preciso fincar meus pés no chão e parar de acreditar que posso tocar as estrelas, pois elas brilham e parecem convidar-me ao seu convívio, mas vida de estrela é algo complexo demais para abranger minha existência, para saber do que preciso... É cansativo ser espelho de narciso; a desatenção dói demais.

:: 11:41 da tarde [+] ::
...
Está quente demais, e o pouco sono que tinha em decorrência do enorme cansaço acabou de se esvair de mim.
:: 11:37 da tarde [+] ::
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Acabo de chegar de lá, com aquele montão de estrelas e aquelas árvores que me deixam em paz.
Situação esdrúxula a de hoje. Estou completamente dolorida; não consigo mastigar coisas, não consigo deitar de costas porque me dói a pancada na cabeça, não consigo deitar de lado porque dói demais o pescoço, não consigo dormir porque está um calor absurdo e estou ansiosa. Já contei algumas vezes hoje como foi o tal acidente, mas se páro para pensar no mesmo, não consigo entender muito bem como tudo aconteceu. É bem assim mesmo.. Acidentes acontecem e as pessoas nunca sabem ao certo como, embora tenham certeza de que saber o que teria acontecido "se isso" ou "se aquilo"... Não quero pensar nisso. Não me interessam os se's da história; só quero saber do que restou, do que temos agora, além dessas dores chatas e dessa sensação de solidão peculiar de uma noite assim tão quente.
:: 9:28 da tarde [+] ::
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